
Ele terá reuniões com o seu correspondente brasileiro, o chanceler Celso Amorim, com uma agenda que o Itamaraty define extraoficialmente como "aberta e sem censura".
Não há temas predeterminados e a expectativa é que Amorim e Pak Ui-Chun discutam desde maior abertura comercial bilateral até "temas sensíveis", como o lançamento pela Coreia do Norte de um foguete em meados de abril, que violava resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
A visita é um segundo passo na aproximação com a Coreia do Norte, depois do polêmico anúncio de abertura de embaixada na capital do país, Pyongyang. O embaixador já escolhido para o cargo, Arnaldo Carrilho, está em Brasília para participar das reuniões entre os dois chanceleres.
Folha
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